fibromialgia

Pesquisa sobre fibromialgia precisa de voluntários

Projeto “De Bem Com a Fibro” utiliza psicologia positiva para auxiliar no controle da doença

Para fazer parte desse estudo, clique aqui: http://bit.ly/pesquisafibromialgia

Desde muito jovem, a farmacêutica e coach Lívia Teixeira sofria com dores generalizadas, mas não conseguia chegar a um diagnóstico preciso. Foi quando iniciou seus estudos na área de farmácia que ela conheceu a fibromialgia; síndrome que espalha dores crônicas pelo corpo inteiro e atinge entre 2 e 3% da população brasileira, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia.

Ainda que seja bastante comum, principalmente entre mulheres, a doença é desconhecida para grande parte da população. Trata-se de uma dor difusa e crônica que atinge de cinco a sete partes do corpo por um período de no mínimo três meses. Outros sintomas são cansaço crônico; problemas de memória e concentração; insônia; fadiga; diarreia ou prisão de ventre frequentes; vontade constante de urinar; suor em excesso e sensibilidade ao frio.

Quando foi diagnosticada, a farmacêutica começou a buscar cada vez mais informações e formas de tratamento, fazendo cursos internacionais e tentando entender como poderia viver de uma forma mais feliz. Ao realizar sua pós-graduação em psicologia positiva e coaching, ela desenvolveu um método para ressignificar a sua condição e aprender a conviver melhor com a doença.

Por meio de ferramentas de autoconhecimento, compreensão de valores, reconhecimento de forças e inteligência emocional, Lívia criou o projeto “De Bem com a Fibro” para ajudar as pessoas que sofrem com a fibromialgia a recuperarem a vontade de viver. É importante destacar que o método não substitui os medicamentos; ele auxilia as pessoas a entenderem melhor a sua própria condição e buscarem formas de superar suas limitações. “Um dos aspectos essenciais para a recuperação é o empoderamento do paciente, ou seja, ele precisa ter (auto)conhecimento para conseguir tomar as próprias decisões”, explica.

Participe da pesquisa: http://bit.ly/pesquisafibromialgia

Ao sofrer com dores intensas e não chegar a um diagnóstico, muitas pessoas acabam entrando em um ciclo de desmotivação, ansiedade e até mesmo depressão. “A fibromialgia traz um isolamento social, porque você sente muito sozinho e ninguém entende o que está acontecendo. Com as dores e o cansaço você perde a vontade de sair, de fazer coisas que costumava fazer, e com isso vai se afastando das pessoas”, explica Lívia.

O objetivo do projeto é, justamente, devolver a confiança em si mesmo e a felicidade aos pacientes. Em 2017 aconteceu o primeiro workshop presencial De Bem Com a Fibro, em São Paulo. Agora o projeto está crescendo e fará parte de um estudo através da Faculdade de Medicina da UNESP. A ideia é levar informação e ajuda para todos, através da internet. Para auxiliar no desenvolvimento do projeto, a farmacêutica Lívia Teixeira está realizando uma pesquisa online com portadores da doença.

Quem participar receberá como recompensa acesso à ferramenta Roda da Fibromialgia. Elaborada pela própria farmacêutica, ela ajuda pacientes a compreender melhor a doença e estratégias para lidar melhor com ela. A participação na pesquisa é gratuita.

 

  • Quem pode participar?

     Qualquer pessoa diagnosticada com fibromialgia

  • Como participar?

     Acessar o link: http://bit.ly/pesquisafibromialgia e responder o questionário online

  • Custo?

     Nenhum. Pessoas que participarem receberão gratuitamente acesso à Roda da Fibromialgia, uma estratégia para aprender a lidar com a doença

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